TRANSMISSÕES MECÂNICAS

Considerando que uma empresa esteja buscando Reduzir Custos mediante a unificação de linhas e famílias de lubrificantes e, tendo em conta que um óleo de transmissão GL-5 é aparentemente superior em termos de Classificação a um GL-4 e, considerando que ambas tenham a mesma viscosidade SAE, a titulo de exemplo, um GL-4 SAE 90 e um GL-5 SAE 90, poderíamos sem medo substituir o GL-4 pelo GL-5 em qualquer condição e tipo de aplicação, unificando e assim reduzindo um item em nosso estoque?

  • O primeiro ponto a ser considerado numa questão dessas é a REGRA FUNDAMENTAL: Quem determina a classificação e tipo de lubrificante a ser utilizado num equipamento qualquer é sempre o Fabricante do mesmo e, este tipo de informações vem sempre nos manuais que acompanham os equipamentos e veículos. Contudo, tecnicamente falando apesar de um óleo para transmissões GL-5 ser de uma classificação superior a um GL-4, não é fator suficiente para substituir um GL-4 por um GL-5, pois, a simples questão de terem a mesma viscosidade e de um GL-5 ser uma classificação superior ao GL-4, não garante que possa ser aplicado com segurança total num equipamento que foi projetado para trabalhar com um lubrificante de classificação GL-4, isto porque as formulações dos pacotes de aditivos utilizados num GL-5 não são os mesmos de um GL-4.
  • Outro ponto que explica é que os lubrificantes, mesmo com mesma viscosidade e sendo de mesma família de aplicação, no exemplo, Sistemas de Transmissão, mecânicas, de um modo geral existem diferenças sutis, porém importantes, tanto na tecnologia como na concepção desses equipamentos que as tornam diferentes e, devido a essas diferenças, foram idealizadas para serem utilizadas com lubrificantes distintos, mesmo sendo de mesma família, como é o caso dos GL-4 e GL-5. Um GL-5 é um lubrificante para aplicações muito mais severas do que um GL-4 e, a substituição indiscriminada de um GL-4 por um Gl-5, pode danificar ao longo da utilização com GL-5, reduzindo assim a vida útil do equipamento, a médio longo prazo. Por isso, há de se considerar sempre, a REGRA FUNDAMENTAL: QUEM DETERMINA A CLASSIFICAÇÃO E TIPO DE LUBRIFICANTE A SER UTILIZADO NUM EQUIPAMENTO QUALQUER É SEMPRE O FABRICANTE DO MESMO E, ESTE TIPO DE INFORMAÇÃO VEM SEMPRE NOS MANUAIS QUE ACOMPANHAM OS EQUIPAMENTOS E VEÍCULOS!

A TEXSA DO BRASIL, prima por Qualidade e têm hoje em sua linha aproximadamente 200 produtos, produzindo-os sempre com a mesma Qualidade das Gigantes Multinacionais e, sendo a única entre as Indústrias de pequeno porte que tem entre suas Conquistas, mais de 20 Aprovações em Grande Multinacionais, tais como a Daimler Benz (a famosa Mercedes, campeã mundial por vários anos na F1), a VW, (outra Gigante Alemã que produz automóveis de altíssima tecnologia)..., entre outras. Nossos Lubrificantes para Sistemas de Transmissão Mecânica de veículos, GL-4 e GL-5, têm preços competitivos! NOSSOS GL-5 TÊM APROVAÇÕES MUNDIAIS CONCEDIDAS PELA MAIOR FABRICANTE DE TRANSMISSÕES DO MUNDO, A GIGANTE FRIEDRICHSHAFEN AG!! Aprovação MUNDIAL diretamente da sua Matriz na ALEMANHA!

PERIGO NO USO DE LUBRIFICANTES FORA DE ESPECIFICAÇÃO EM MOTORES MODERNOS

“A EVOLUÇÃO TECNOLOGICA DOS MOTORES E A RELAÇÃO DESTES COM OS LUBRIFICANTES”

REVISTA O MECÂNICO – PAUTA SOBRE TROCA DE ÓLEO AUTOMOTIVO EM VEICULOS LEVES

matéria Solicitada opinião da TEXSA DO BRASIL como Indústria do segmento de Lubrificantes.

DICAS IMPORTANTES PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMBARCAÇÕES

Dicas importantes sobre lubrificantes para pequenas e médias embarcações que utilizam motores 2T quem tem um barco pesqueiro ou curtes uma lancha, pode se beneficiar delas!